Criando filhos no temor do Senhor

Criando filhos no temor do Senhor

Leitura –   Ouvi, filhos meus, a instrução de um pai; sede atentos, para adquirir a inteligência, porque é sã a doutrina que eu vos dou; não abandoneis o meu ensino.
Fui um {verdadeiro} filho para meu pai, terno e amado junto de minha mãe.
Deu-me ele este conselho: Que teu coração retenha minhas palavras; guarda meus preceitos e viverás. Provérbios 4:1-4

Meu filho, ouve as minhas palavras, inclina teu ouvido aos meus discursos. Que eles não se afastem dos teus olhos, conserva-os no íntimo do teu coração, pois são vida para aqueles que os encontram, saúde para todo corpo.
Guarda teu coração acima de todas as outras coisas, porque dele brotam todas as fontes da vida. Preserva tua boca da malignidade, longe de teus lábios a falsidade!

Que teus olhos vejam de frente e que tua vista perceba o que há diante de ti! Examina o caminho onde colocas os pés e que sejam sempre retos!
Não te desvies nem para a direita, nem para a esquerda, e retira teu pé do mal.Provérbios 4:20-27

Introdução: Temos, nesse ano, reiteradamente falado sobre paternidade e tenho o entendimento, baseado, no que tenho observado nas relações entre pais e filhos, que esse tema está longe de ser esgotado. Vejo uma geração de jovens sem rumo, com baixo conteúdo moral e ético. Vejo famílias que tem seus filhos pequenos, dentro da igreja, mas ao alcançar a adolescência ou juventude se vão. Muitos dizem que é assim mesmo, que é um sinal dos tempos; outros dizem que é por conta das novas tecnologias: celular, internet, redes sociais, etc. Como resultado, observa-se, que estes jovens não estão apenas evadindo da igreja, eles estão, em muitos casos, se perdendo: estão tristes, amargurados, com problemas sérios de ordem: psicológica, moral, financeira e social. Vejo três questões que precisam ser respondidas:

A Família como Instrumento de Estabilidade

Que diferença faz a família? Que impacto produz na vida de um indivíduo? Esta é uma pergunta que Richard L. Dugdale acabou fazendo a si mesmo em 1874. Como membro do comitê executivo da associação de prisões de Nova York, optou por inspecionar treze cadeias públicas no estado. Quando chegou a um condado em particular, ficou surpreso ao descobrir que seis pessoas de uma mesma família estava na mesma cela. Elas foram presas por uma variedade de crimes, incluindo furto, tentativa de estupro e de assassinato. Quando Dugdale falou com o xerife do condado e um médico local, de 84 anos, descobriu que a família estava na região desde que o estado de Nova York fora estabelecido, e os membros eram conhecidos por seu comportamento criminoso.

A Família como Instrumento de Estabilidade

A Família como Instrumento de Estabilidade.

Dugdale estava intrigado e decidiu estudar a família e publicar suas descobertas, usando o nome fictício “Jukes” para descrevê-los. Ele desenhou a árvore genealógica até chegar a um homem chamado Max, nascido entre 1720 e 1740. Ele teve seis filhas e dois filhos. Alguns de seus filhos nasceram fora do casamento. Ele era alcoólatra e, até onde se sabe, não gostava muito de trabalhar.

Dugdale estimou em 1,2 mil o número de pessoas que a família abrangia, mas ele só tinha condições de estudar 709 delas. Em 1877, ele publicou suas descobertas em [Os Jukes: Um estudo sobre o crime, a miséria, a doença e a hereditariedade]. Ele descobriu que a família apresentava um padrão de criminalidade, prostituição e miséria que desafiava as médias estatísticas:

180 eram muito pobres (25%)
140 eram criminosos (20%)
60 praticavam roubos habitualmente (8,5%)
50 eram prostitutas comuns (7%)

A reputação era tão ruim, de acordo com Dugdale, que o nome da família passou a ser usado genericamente como uma forma de ofensa? O dono de uma fábrica da região costumava manter uma lista com os nomes de todos os membros da família Jukes em seu escritório para assegurar-se de que nenhum deles viesse a ser contratado.

 

PORQUE A FAMÍLIA É TÃO IMPORTANTE PARA O DIA DE HOJE?

As famílias de algumas pessoas não as ajudam a crescer; pelo contrário, as puxam para baixo. O grande romancista norte-americano Mark Twain dizia que gastara uma grande quantia para desenhar a sua árvore genealógica, e então gastara duas vezes mais tentando manter seus ancestrais no anonimato!

É verdade que você não pode fazer nada par mudar seus ancestrais ou a educação que eles lhe deram. Você não tem nenhum controle sobre o que seus pais ou avós fizeram, ou como eles o trataram. Mas se você não pode fazer muito a respeito de seus ancestrais, pode influenciar seus descendentes grandemente. Você determina como trata sua família. Você é a pessoa que decide se deve ficar para resolver os problemas ou abandonar sua família quando as coisas complicam.

Quando Chega A Maturdidade

QUANDO CHEGA A MATURIDADE

Esta mensagem foi pregada, por ocasião do aniversário de dezoito anos da nossa igreja em Aparecida de Goiânia.

Pois, somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus.  Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio construtor o fundamento e outro edifica sobre ele.
Pois, ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. E, se alguém sobre este fundamento levantar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, a obra de cada um se manifestará, porque o dia a demonstrará. Pelo fogo será revelada, e o fogo provara qual seja a obra de cada um. 1 Coríntios 3: 9–13

Alguém certa vez disse que a maturidade é também superior à infância porque traz em si todas as idades vividas, inclusive as da infância, com as suas experiências, com as suas virtudes e sonhos. Viver a maturidade não é objetivamente a perda das virtudes da infância: simplicidade, lealdade, humildade, prontidão ao perdão, tolerância e sonhos. Viver a maturidade é viver com equilíbrio, respeito, responsabilidade e com propósito. É também viver e sonhar, muitos sonhos e muita realidade.

bons livros evangélicos para leitura

Em continuidade ao artigo anterior que sugeria alguns bons livros evangélicos para leitura, citamos :

Este mundo tenebroso: Um livro excelente que em forma de ficção apresenta situações que podem ocorrer no nosso cotidiano, bem como outras que embora não conheçamos bem, devem também ocorrer.
Tal leitura pode nos dar melhor a compreensão do mundo espiritual que nos cerca, e que a Bíblia tantas vezes faz menção!
Apesar de ser um livro grande, 424 páginas, penso que vale a pena lê-lo, tanto que já o li mais de 2 vezes. Quero aproveitar e indicar também o volume 2 deste livro. Muito bom também! (Editora Vida) – Autor: Frank Peretti.

George Müller: Existem tantos homens e mulheres de Deus que foram notáveis na sua vida; verdadeiros heróis da fé. Pessoas que vale a pena conhecer um pouco mais de sua Biografia. Dentre esses gostaria de destacar aqui George Mullher, também conhecido como o Apóstolo da fé. Nesse livro “sobre sua biografia” busca-se a explicação para:

“Qual o segredo de suas vitórias? Como pôde um homem tão humilde tornar-se um crente tão consagrado e obreiro tão bem-sucedido? Como conseguiu de Deus o sustento para vários orfanatos, sem jamais comentar com terceiros as necessidades da obra?”
Um livro pequeno e envolvente!. Editora Betânia.  72 Páginas.

Se lembrar de Deus e de suas ações.

“Mensagem proferida na Assembleia de Deus Vila Sul em 26 de Julho de 2007.”

Texto Introdutório: Apoc. 2.4 Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.

Introdução: A Igreja de Éfeso havia deixado o seu primeiro amor por se esquecer de Deus e das suas obras. Já o Salmista tinha uma preocupação especial em não se esquecer de Deus e de tudo aquilo que Ele, já fez. (Salmo 103.2) “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te [esqueças] de nenhum dos seus benefícios.”

1. Um dos grandes problemas pelo qual passamos é o fato de frequentemente nos esquecermos de Deus.
1.1 É o oposto de Salmo 42.2 “2 A minha alma tem [sede] de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e verei a face de Deus?”
1.1.1 E você como está? Fervoroso (se lembrando de Deus) ou “frio” (Se esquecendo de Deus)?.

2. Vemos na Bíblia, em outras passagens, a importância de nos lembrarmos do Senhor.
2.1 Salmo 25.1 “A ti, Senhor, [elevo] a minha alma.”

O caminho da Restauração

O caminho da Restauração

Em 1 Samuel 1: 1-28 Lemos a história de como Deus mudou radicalmente a história de vergonha e humilhação de Ana. Fazendo de Ana, até então uma mulher estéril, uma alegre mãe de mais cinco filhos, e ainda mais, construiu o caminho para a restauração do ministério sacerdotal, daqueles dias, em Siló. A postura de Ana nos aponta referências para o caminho da restauração.

Segundo o dicionário da língua portuguesa restaurar é: recuperar a forma, revigorar, readquirir uma forma, uma condição ou uma capacidade perdida. Do ponto de vista espiritual, restauração vai além. Restauração é a realização plena, é desenvolver todo o potencial que foi perdido, negligenciado ou impedido.

Restauração, desse ponto de vista, é adquirir uma forma, uma condição e uma capacidade que lhe foi tirada ou negada. Pode ser: alcançar o que nunca teve mais poderia ter, ser o que nunca foi mais poderia ser.
Quanto aos personagens bíblicos, restauração é um processo, um caminho, que já foi trilhado por: Abraão, Jacó, Raquel, Davi, Ana, Isabel…,Se você quiser, você pode passar por Ele!